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AMÉRICA CAMPEÃO
QUAL ERA O MELHOR TIME DO MECÃO DA HISTÓRIA?
O TICO-TICO NO FUBÁ
CAMPEÃO ESTADUAL DE 1960
TAÇA GUANABARA DE 1974
CAMPEÃO DOS CAMPEÕES 82
TAÇA RIO 1982
BRASILEIRO DE 1986
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História do America
História do America

E-mail do presidente do America: viniciusadv@globo.com

 

A HISTÓRIA CONTADA PELO SITE WIKIPEDIA:


Introdução


O America já disputou mais de 4.000 partidas em sua história, servindo de fonte de inspiração para a criação de muitos outros "Americas", no Brasil e no exterior. Entre as suas conquistas mais relevantes, destaca-se a conquista do Torneio dos Campeões em 1982, torneio patrocinado e organizado pela CBF, que contava com a presença dos maiores clubes do Brasil. No ranking do Campeonato Carioca, o America é o quinto colocado, qualquer que seja o parâmetro utilizado. Diferente dos outros times com o mesmo nome, o original do RJ, não tem acento. Acentuar o nome "América" é errado, segundo seu estatuto, pois o clube foi fundado usando a grafia do nome em inglês, como era comum nessa época.


História


Após um desentendimento entre associados do Clube Atlético Tijuca, o clube dissolveu-se em 1904. Um grupo formado por Alfredo Koehler, Jaime Faria Machado e Oswaldo Mohrstedt, passou então a articular a fundação de uma nova associação. Tendo assistido, a convite de Oscar Alfredo Cox a um jogo do Fluminense, Mohstedt não teve dúvida em se articular para fundar um clube de futebol.

Fundado em 18 de setembro de 1904, na casa de um de seus fundadores, Alfredo Mohrstedt, na rua Praia Formosa, o America Football Club tornou-se uma das principais forças do futebol do Rio de Janeiro e do Brasil. Tem entre suas principais conquistas, 7 Campeonatos Cariocas, 1 Taça Guanabara, 1 Taça Rio e o Torneio dos Campeões da CBF.

Sete foram, pois, os fundadores do America, com presença registrada nesta histórica reunião; além de Alfredo Mohrstedt, eleito o primeiro presidente, os seus irmãos, Henrique, Oswaldo, Alfredo e Gustavo Bruno, além de Alfredo Koehler, o sócio número 1 do clube, Alberto Koltzbucher e Jayme Faria Machado, o único de origem luso-brasileiro neste primeiro momento, com o America vindo a ter a sua primeira associada do sexo feminino registada na lista de associados enviadas à Liga de Futebol ainda em 1908, Helena de Toledo Medeiros de Albuquerque.

Em entrevista radiofônica do dia 14 de outubro de 1949, existente no Museu Villa Lobos, assim como na página 107 do terceiro volume do documentário A presença de Villa Lobos, publicada pelo MEC em 1968, o Maestro Heitor Villa Lobos, afirma que também fez parte do grupo de fundadores do America.

Mesmo ainda estruturando a sua equipe de futebol, o America foi um dos seis clubes fundadores da Liga de Futebol do Rio de Janeiro, tendo sido representado nesta histórica reunião do dia 20 de maio de 1905, por Alberto Hagstroem e Henrique Mohrstedt.

Suas primeiras cores foram o preto e o branco, substituídas em 1908 pela atual e tradicional camisa vermelha e calção branco. As novas cores foram escolhidas em homenagem à Associação Athletica Mackenzie College, de São Paulo, a quem o America havia enfrentado em jogo amistoso interestadual.


Sede social do America

O primeiro campo do America foi num terreno baldio, pertencente a Estrada de Ferro Rio D'Ouro, à Rua Pedro Alves. Em 12 de agosto de 1906, houve a transferência para a Rua São Francisco Xavier, 78. Como este campo não tinha as medidas para a disputa de partidas da primeira categoria, precisou-se indicar, em 1908, o campo do Bangu, na Rua Ferrer e em 1910, o do Fluminense, na Rua Guanabara (atual avenida Pinheiro Machado). a partir de 1907 disputa o campeonato carioca da primeira divisão.

Em 1911 o America finalmente conseguiu um bom campo de futebol na Rua Campos Sales, na Tijuca, após a fusão com o Haddock Lobo Football Club, dono do espaço. A união e a manutenção do nome e das cores do America após a mesma foram conseguidas graças à habilidade dos dirigentes do America. Estando o Haddock Lobo passando por uma crise financeira, a diretoria americana sugeriu a fusão entre os dois clubes tijucanos. O novo clube, de acordo com a proposta inicial, se chamaria Haddock Lobo-America Football Club.

Aceita a fusão, aos poucos os dirigentes rubros convenceriam os do Haddock Lobo a manter o vermelho e branco americanos nas cores do novo clube (o Haddock Lobo era alvi-marrom), e depois a manter o nome da agremiação como America Football Club. A fusão entre os dois clubes, na prática, acabou sendo apenas uma aquisição dos terrenos do Haddock Lobo e integração dos atletas do Haddock Lobo (entre eles Marcos Carneiro de Mendonça), já que a identidade do America permaneceu inalterada.

Já reforçado pelos atletas do Haddock Lobo, o America ganhou mais jogadores com a extinção do Riachuelo Football Club, em 1911. Além dos atletas, ex-sócios dessa agremiação se integraram ao clube rubro. Assim, o America fortalecia suas bases para em breve figurar entre os maiores clubes do Rio de Janeiro.

Ulisses Salgado, o
presidente

No dia 18 de Setembro de 1912 o America realizou a primeira partida internacional de sua história, tendo sido derrotado pela Seleção Chilena de Futebol pelo apertado placar de 3 a 2.

O America começou a se firmar entre os grandes do Rio de Janeiro em 1913, quando conquistou o Campeonato Carioca com 12 vitórias e apenas 3 derrotas, ao derrotar o São Cristóvão em 30 de Novembro por 1 a 0 com gol de Gabriel de Carvalho aos 8 minutos de jogo. Numa partida deste campeonato, o americano Belfort Duarte colocou a mão na bola dentro da área e como o árbitro não viu, ele se acusou e o pênalti foi marcado. Jogador que nunca foi expulso em sua carreira, Belfort Duarte virou nome de prêmio oferecido aos jogadores mais disciplinados, aqueles que nunca fossem expulsos em sua carreira.

Ainda em 1913, o America foi o primeiro clube carioca a iniciar a prática do basquete, incentivado por Henry J. Sims, então diretor da Associação Cristã de Moços.

Em 12 de Outubro de 1914 , o America foi um dos protagonistas da segunda partida com iluminação artificial no Brasil ao derrotar o Vila Isabel por 6 a 1.

Tendo terminado os campeonatos cariocas de 1914 e 1915 em 4º e 3º lugar, o America voltou a ser campeão em 1916São Cristóvão no campo do adversário, ao vencê-lo por 1 a 0 com gol de Gabriel de Carvalho, como ele mesmo fizera três anos antes ao dar o primeiro título do America, contra este mesmo adversário.


Torcedor do America ostentando o uniforme do clube.

Por ocasião do encontro com o Mackenzie College em 1916, o America deixa de usar pela primeira vez o seu uniforme oficial e entra em campo com camisas brancas, que passaria a ser a côr de sua segunda camisa deste então, para ser gentil com o adversário que tinha o seu uniforme todo encarnado, com o resultado desta fraterna partida tendo sido um empate por 2 a 2.

Vice-campeão carioca de 1921 ao perder o título na prorrogação de jogo desempate contra o Flamengo, o America voltou a ser campeão em 1922 novamente vencendo o São Cristóvão na penúltima rodada, agora por 3 a 1, deixando o vice-campeonato com o mesmo Flamengo que havia lhe tirado o título um ano antes. Com a conquista do Campeonato Carioca de 1922, o America recebeu o título de Campeão do Centenário da Independência do Brasil.

Em 1924, o America realizou melhorias em seu campo da rua Campos Salles, tornando-se o segundo clube carioca a ter arquibancadas de cimento, embora a estrutura de estádio só viesse a ser concretizada em 1952.

O America foi campeão de 1928 vencendo 13 jogos, empatando 4 e perdendo apenas 1, ao ganhar na última rodada do Fluminense por 3 a 1 no Estádio da rua Campos Sales.

Em 1929, o America começou o ano excursionando por gramados da Argentina e do Uruguai, perdendo 2 jogos contra a poderosa Seleção Argentina de Futebol (1 a 6 e 0 a 2), ainda na Argentina goleando o Ferrocarril por 5 a 1 e empatando com um Combinado Portenho (referência aos habitantes de Buenos Aires) por 1 a 1. No Uruguai o America empatou com o Peñarol por 1 a 1. Em meados deste ano o America empatou com o Ferencvaros, campeão húngaro, por 1 a 1.

No dia 3 de novembro de 1929 o America foi forçado a repetir um jogo que havia sido contestado pelo Botafogo. Na repetição da partida, o America ganhou o jogo por 11 a 2. No final, terminou o Campeonato Carioca como vice-campeão.

Em 1930, o America terminou o Campeonato Carioca em terceiro lugar, seu jogador Sobral foi o terceiro artilheiro deste campeonato com 16 gols e o goleiro Joel e o médio-volante Hermógenes disputaram a primeira Copa do Mundo de futebol, realizada no Uruguai .

O America foi campeão carioca de 1931 ao vencer o Bonsucesso na última rodada por 3 a 1, novamente em seu campo da rua Campos Sales com 2 gols de Carola e um de Adalberto.

O time rubro voltou a ser campeão em 1935 ao empatar com o Flamengo por 2 a 2 no Estádio de Laranjeiras , terminando este campeonato com 11 vitórias, 2 empates e 2 derrotas. Os dois gols americanos foram do artilheiro Plácido. Neste mesmo ano já havia sido vice-campeão do Torneio Aberto, vencendo o Flamengo na fase semifinal, mas vindo a perder o título para o Fluminense na decisão.

Em 1937, America e Vasco foram protagonistas de um momento histórico do futebol carioca, que tornou este clássico do futebol, conhecido como o Clássico da Paz.


Estádio Giulite Coutinho.

O America voltaria a ser campeão ao ganhar o Torneio Extra de 1938, ao empatar com o Flamengo por 2 a 2 no campo do São Cristóvão, com gols de Lacínio e Gallego para o time rubro. A campanha do America teve 4 vitórias, 3 empates e apenas 1 derrota, 17 gols a favor e 12 contra.

No dia 18 de Dezembro de 1938, em partida válida pelo Campeonato Carioca, no seu campo da rua Campos Sales, o America conseguiu virar o resultado de um jogo contra o Vasco em que começou perdendo por 4 a 0, para 6 a 4.

Em 30 de Julho de 1939, em jogo contra o Vasco,o centroavante do America, Plácido de Assis Monsores fraturou o antebraço no início do segundo tempo, prosseguindo no jogo apenas com uma tipóia e ajudando o America a ganhar este clássico por 3 a 1 .

O ano de 1945 começou com uma longa e vitoriosa excursão do America por estados do Norte e do Nordeste do Brasil com a escalação Dalmar; Osnir e Grita; Wilson, General e Amaro; China, Álvaro, Maxwell, Lima e Esquerdinha. Em uma campanha de 46 jogos; com 28 vitórias;08 empates;10 derrotas;129 gols marcados;74 gols sofridos. E ao retornar para o Rio de Janeiro sagra-se campeão do Torneio Relâmpago ao vencer o Vasco por 2 a 1, com dois gols de Maneco.

Em 1946 faltou sorte ao America, pois tendo um time forte perdeu o título do Torneio Relâmpago para o Vasco na última rodada ao perder para o Fluminense por 2 a 1, perdeu o título do Torneio Municipal ao perder para o Botafogo na última rodada, tendo que assistir Vasco e Fluminense realizarem jogos-desempate, na disputa do título do Torneio Início perdeu a final para o Flamengo por 2 a 1, além de deixar de ser campeão na última rodada do Campeonato Carioca ao perder para o Botafogo por 3 a 1, tendo que participar depois da fase de desempate conhecida como Supercampeonato, envolvendo o clube rubro, Botafogo, Flamengo e o Fluminense, que sagrou-se campeão carioca deste ano.

Em 1949, o America foi campeão do Torneio Início ao vencer o Bangu por 1 a 0 na final, com gol de pênalti convertido por Hilton Viana. Ainda neste ano o time rubro fez vitoriosa excursão ao Chile, onde derrotou a Seleção Chilena de Futebol por 2 vezes (2 a 0 e 3 a 2), o Ewerton por 2 a 1, empatando com o Unión Española por 4 a 4 e sendo derrotado por este mesmo adversário por 2 a 1.

O America disputou a primeira final do Campeonato Carioca no Maracanã tendo sido vice-campeão de 1950 ao perder a final para o Vasco por 2 a 1 perante 121.765 espectadores (104.775 pagantes), com gols de Ademir Menezes para o Vasco e Maneco para o America no primeiro tempo, com Ademir marcando o gol da vitória vascaína no segundo tempo. Em 20 jogos o America teve 14 vitórias, 3 empates e 3 derrotas, fazendo 52 gols e sofrendo 30, tendo vencido todos os primeiros clássicos disputados no Maracanã (4 a 2 no Botafogo, 3 a 1 no Fluminense, 3 a 2 no Vasco e 3 a 1 no Bangu), exceto o jogado contra o Flamengo, com quem empatou de 2 a 2. Durante o ano de 1950 o America liderou o Campeonato Carioca, mas após o campeonato entrar pelo ano de 1951, o America perdeu para o Bangu, para o Botafogo e finalmente para o Vasco, nos seus 3 últimos jogos, perdendo também um campeonato que dava como ganho.


Jogadores que levaram o America de volta à Primeira Divisão. Foto de Carlos Silva.

Tendo conquistado sete Campeonatos Cariocas em sua história, não teve a felicidade de ver o seu melhor time campeão, em 1955 , mas antes disso mostrou a qualidade que seu time de futebol tinha na década de 1950 .

Em 1951, as equipes inglesas do Arsenal e do Portsmouth FC excursionaram pelo Brasil, tendo ambas enfrentado o America no Maracanã. No dia 27 de Maio o America derrotou o Arsenal perante 20.856 espectadores (14.574 pagantes), com gols de Dimas e Rubens, descontando Gudmursson para os ingleses. Já no dia 8 de Junho o America venceu o Portsmouth por 3 a 2, com gols de Rubens, Ranulfo e Dicknson (contra), com Reid marcando os gols dos ingleses perante 24.005 espectadores (17.864 pagantes).

No dia 18 de julho de 1951, o America conseguiu uma vitória que entrou para a sua história. Convidado para disputar um torneio na cidade de Montevidéu, quando lá chegou verificou que não iria disputar um torneio, e sim um jogo contra o Peñarol, base da Seleção Uruguaia de 1950, que queria reafirmar a superioridade do futebol daquele país. A partida foi marcada para o dia 18 de julho de 1951, data nacional uruguaia e estava decretado feriado desde o dia 16, para comemorarem também o primeiro aniversário da conquista da Copa do Mundo de 1950 . Perante 65.000 uruguaios, o America fez uma grande partida e ganhou o jogo por 3 a 1.

Na conquista do Torneio Extra Carlos Martins da Rocha (torneios extras eram campeonatos disputados nos mesmos anos que os campeonatos cariocas oficiais de determinado ano e este em especial homenageou um ex-dirigente do Botafogo dando-lhe seu nome) em 1952, o America derrotou o Flamengo por 1 a 0 após 148 minutos de futebol, pois o regulamento previa que haveria tantas prorrogações de 15 minutos quanto fossem necessárias até que um time conquistasse a vitória, fazendo o gol necessário para isto, com o meia-esquerda Ari, fazendo o gol do título americano, com um forte chute de fora da área.

O Jornal dos Sports, de 31 de dezembro de 1954, em sua página 5, divulgou uma pesquisa do instituto de pesquisas IBOPE que apontou a torcida do America como a quarta do Rio de Janeiro, com 6% da preferência dos torcedores.

No Campeonato Carioca de 1954 o America garantiu o vice-campeonato ao vencer o Fluminense por 3 a 0, já em 16 de Fevereiro de 1955 , com 2 gols de Alarcon e 1 de João Carlos. Em 27 jogos o America obteve 17 vitórias, 6 empates e apenas 4 derrotas, marcando 59 gols e sofrendo apenas 27.

O America já havia sido vice-campeão em 1950 e 1954 e no Campeonato Carioca de 1955, realizou grandes jogos, goleando adversários tradicionais como o Flamengo (5 a 1), Fluminense (4 a 0 e 5 a 1), Botafogo (3 a 1 e 4 a 0), Bangu (5 a 3, 6 a 1) São Cristóvão (6 a 0), Madureira (4 a 0).


Detalhe do estádio Giulite Coutinho.

Fato relevante na montagem deste grande time do America, foram as contratações em Abril de 1955,de Canário, Washington e J. Alves ao Olaria, com Canário vindo a ser grande destaque americano e jogador da Seleção Brasileira. Em 1960, Canário foi o primeiro jogador brasileiro a ser campeão da Copa dos Campeões da Europa, jogando pelo Real Madrid, tendo sido um dos grandes destaques dos merengues nesta conquista.

Em junho e julho, o America participa do Torneio Charles Miller, disputado nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, e sagra-se vice-campeão, vencendo o Flamengo (1 a 0), o Peñarol (4 a 1), o Benfica (4 a 2) , perdendo para o Corinthians (3 a 1) e empatando com o Palmeiras (2 a 2), sendo campeão o Corinthians com 1 ponto perdido (o America teve 3). Segundo o Anuário Esportivo 1956, a partida contra o Benfica de Portugal, registrou a impressionante renda de Cr$ 2.513.222,90, com cerca de 100.000 torcedores presentes ao Estádio do Maracanã, sendo este o maior público da história do America, exceto considerando clássicos estaduais.

Ainda em julho o America vence o Torneio Quadrangular Internacional, em Lima, capital do Peru, vencendo o Universitário (3 a 1), o Alianza (4 a 2) e na final, o Santos por 2 a 1, com 2 gols de Alarcon , descontando Vasconcellos para os santistas. Após a conquista, o America ainda vence um combinado Alianza-Universitário, por 3 a 2, com gols de Wassil (2) e Washington.

A saída do treinador Martim Francisco ao final do Campeonato Carioca de 1955, já em 1956, pode ser considerado o fim deste grande time do America, que não obteria resultados tão expressivos após isto, embora jogadores seus viessem a servir a Seleção Brasileira ainda em 1956, nas Taças Oswaldo Cruz, Atlântico e nos amistosos contra as seleções da Itália e da Argentina, tendo ainda o clube rubro não ter tido a sorte de ver realizado o Torneio Rio-São Paulo em 1956, quando tudo indicava que faria uma grande campanha, pela força de seu time.

Tendo sagrado-se Campeão do Terceiro Turno de 1955 (que entrou pelo ano de 1956), ganhando na final do Fluminense por 2 a 0, com mais de cem mil pessoas no Maracanã entre pagantes e não-pagantes, habilitou-se a disputar as finais em melhor-de-três contra o Flamengo, em outros jogos realizados com o Maracanã lotado.

O America perdeu o primeiro jogo, por 1 a 0, no segundo ganhou do Flamengo por 5 a 1. No último, com cerca de 140.000 pessoas no Maracanã, perdeu para o Flamengo por 4 a 1. A nota destoante, é que nesse último jogo, o America teve o meia-esquerda Alarcon atingido de maneira violenta e por isso teve que sair do jogo aos 15 minutos do primeiro tempo. O America atuou o resto do tempo com apenas 10 jogadores, pois naquela época não era possível fazerem-se substituições, o que certamente contribuiu para o desfecho do campeonato.

Em 1955, o America ainda excursionou pela Europa, realizando dezoito partidas, ganhando treze, empatando três e perdendo duas. O clube rubro montou outro time e acabou fechando a grande década com a conquista do Campeonato Carioca de 1960, ganhando do Fluminense na final, com mais de cem mil pessoas presentes ao Maracanã.

Após conquistar o título carioca no último ano da década de 1950, o America não teve tanto sucesso na década de 1960, tendo perdido espaço para o Botafogo no futebol carioca neste período, embora alguns grandes momentos.

Em um grande torneio disputado em Nova Iorque, Estados Unidos da América, com a participação de doze clubes de países diferentes, o America conquistou o título do Torneio International Soccer League II 1962, invicto, com 5 vitórias e 2 empates,14 gols a favor e 9 contra, batendo nos dois jogos finais o Belenenses, de Lisboa, por 2 a 1 e 1 a 0.

A maior conquista nesta década foi obtida no dia 18 de Outubro de 1961 quando o America conquistou a Zona Sul da Taça Brasil, etapa regional Sul-Sudeste da Taça Brasil (este foi o último ano que cariocas e paulistas disputaram os torneios regionais da Taça Brasil, pois a partir daí passaram a entrar diretamente nas semifinais) ao vencer a Sociedade Esportiva Palmeiras por 2 a 1 perante cerca de 30.000 torcedores (19.130 pagantes) , com quem havia empatado por 1 a 1 no primeiro jogo. Para chegar ao título o America passou também pelo Fonseca Atlético Clube de Niterói (0 a 0 e 3 a 0) e pelo Cruzeiro Esporte Clube (2 a 1 e 1 a 1).

Outra grande conquista foi obtida no Torneio Internacional Negrão de Lima no Maracanã em 1967, que teve ainda a participação do Club Nacional de Fútbol de Montevidéu (America 1 a 0), do Huracán de Buenos Aires (America 4 a 0) e do vice-campeão Vasco, a quem o America venceu na final por 3 a 1, com 3 gols de Edu. Em 1969, este grande atacante rubro terminou como o artilheiro do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, com o America terminando o maior campeonato do Brasil desta época em sétimo lugar.

Nesta década o America ainda conquistaria o Torneio Quadrangular Costa e Silva (ES) em fevereiro de 1968, torneio que contou com as participações do Clube de Regatas Vasco da Gama, da Desportiva Ferroviária e do Rio Branco Atlético Clube, além do Torneio Luís Viana Filho em junho, na cidade de Salvador, que teve as participações do Esporte Clube Bahia, Esporte Clube Vitória, Galícia Esporte Clube e Clube de Regatas do Flamengo.

Depois disso, o America formou outro grande time, na década de 1970, e apesar de não ter sido Campeão Carioca, conquistou a Taça Guanabara de 1974 ( em 1975 foi vice) em outra final contra o Fluminense, igualmente com mais de 100.000 pessoas no Maracanã, entre pagantes e não pagantes, escrevendo mais uma página deste clássico , Fluminense versus America . Entre tantos grandes jogadores do America nesta época, havia Luisinho, ou Luís Alberto da Silva Lemos, o Maior Artilheiro do America em todos os tempos, com 311 gols pelo time rubro, nas décadas de 1970 e 1980.


Delegação completa do America campeã da Série B Carioca em 2009 capitaneada por Romário. Foto de Carlos Silva.

Outro grande nome desta época, foi o zagueiro alemão naturalizado brasileiro, Alex, que fez 673 jogos pelo America (entre 1967 e 1979) e foi um dos jogadores que ganharam o Prêmio Belfort Duarte , mesmo sendo zagueiro no competitivo futebol profissional e tendo disputado centenas de partidas.

Em 1979, o America fez o artilheiro do Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão, César, com 13 gols, assim como já havia acontecido no Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1969, quando Edu foi o artilheiro com 14 gols, a frente de ninguém menos do que o Rei Pelé. Já no Campeonato Estadual do Rio de Janeiro (antigo Campeonato Carioca), o America fez o artilheiro nos anos de 1914 (Ojeda, 9 gols), 1929 (Telê, 23 gols), 1974 (Luisinho, 20 gols) e 1983 (Luisinho, 22 gols).

Em 12 de junho de 1982, o America conquistou o Torneio dos Campeões, competição organizada pela C.B.F. nos moldes do Campeonato Brasileiro, contando com a presença dos maiores clubes do Brasil, derrotando na final o Guarani(SP), por 2 a 1. Neste ano, o America conquistou também a Taça Rio, segundo turno do Campeonato Estadual do RJ ao vencer o Fluminense na última rodada por 4 a 2.

No ano de 1983, o time rubro conquistou o Torneio Costa Dourada, em Tarragona, na Espanha, disputando contra os clubes espanhóis Reial Club Deportiu Espanyol, de Barcelona, e Valencia Club de Fútbol (America 2 a 0 na primeira rodada), além do clube escocês Dundee United, a quem o America venceu na final por 2 a 1.

Em 1986, o America conquistou a melhor colocação em Campeonatos Brasileiros da 1.º Divisão, chegando em terceiro lugar.

Até 1986 disputou todas as edições do Campeonato Brasileiro na Série A e era então, segundo o Ranking da CBFCampeonato Brasileiro em 3° lugar, levando 50.502 espectadores pagantes ao Maracanã na semifinal em que empatou de 1 a 1 contra o São Paulo FC.

No ano seguinte foi criado o Clube dos 13 que organizou, com o aval da CBF a Copa União. O America foi excluído da disputa pelos organizadores desta copa e recusou-se a disputar o módulo amarelo. Manteve-se afastado de competições oficiais por um ano e ao retornar manteve-se longe da tradição histórica, caindo agora no campo para a Segunda Divisão, em 1988.

Em 1989, foi reconduzido à Série A do Brasileiro, mas foi rebaixado juntamente com o Bangu Atlético Clube, Criciúma Esporte Clube e Santa Cruz Futebol Clube. Problemas institucionais com a CBF e com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, além de consecutivas más administrações, impediram o America de continuar a sua trajetória vitoriosa como antigamente.

O processo de recuperação do clube começou em 2000 com a inauguração do Estádio Giulite Coutinho e uma grande reestruturação financeira, fiscal e patrimonial. Este processo refletiu-se no departamento de Futebol, com a classificação para a Copa do Brasil em 2004 e 2005.

Em 2006, o clube voltou a seus tempos de glória, sendo a grande sensação do Campeonato Carioca: teve a melhor campanha nas fases classsificatórias, foi finalista da Taça Guanabara e também semifinalista da Taça Rio. Na final da Taça Guanabara, contra o Botafogo, quando a não marcação de um pênalti a favor do America poderia ter mudado a história desta taça e do próprio campeonato, estiveram presentes cerca de 45 mil espectadores, o maior público do torneio. Além disso teve 4 jogadores e seu treinador eleitos para a seleção deste campeonato, em que terminou na terceira colocação, posição repetida por 14 vezes pelo America na história do Campeonato Carioca. Com esta campanha, garantiu presença na Copa do Brasil de 2007.

Sua boa fase foi confirmada na Taça Guanabara de 2007, sendo semifinalista novamente, vencendo os clássicos contra Vasco (2 a 1), Fluminense (2 a 0) e Botafogo (2 a 1).


Formação de 2008 que foi rebaixada à Segunda Divisão. Foto de Paulo Roberto Rodrigues.

Para o ano de 2008, o America apostou no inexperiente técnico Ademir Fonseca, mas após derrota sofrida na estréia para o Duque de Caxias, este técnico foi demitido, sendo substituído interinamente por Jorge Vieira, responsável pelo futebol do clube e que foi o técnico campeão carioca pelo clube rubro em 1960 e posteriormente por Amarildo Tavares da Silveira, ex-jogador da Seleção Brasileira, apelidado de "O Possesso". Ainda na Taça Guanabara foi contratado Gaúcho, para enfim tentar tirar o time da incômoda situação de ter de lutar contra o rebaixamento no Campeonato Carioca, o que apesar da reação da equipe rubra na Taça Rio não adiantou, pois o America foi rebaixado em 5 de abril, o que ocorreu pela primeira vez em sua história, tendo disputado até então, 100 campeonatos cariocas da primeira divisão, atrás apenas de Fluminense e Botafogo em número de presenças nesta competição.


Jogadores do America, capitaneados por Romário, campeões da Série B do Rio de Janeiro em 2009. Foto de Carlos Silva

Em 2009, Romário passou a colaborar com o clube. O tetracampeão mundial foi recebido por aproximadamente quinhentos torcedores no Salão Nobre da sede do clube, localizada na Rua Campos Sales, no bairro da Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, e assumiu a gerência de futebol. Graças ao Baixinho, o America também apresentou a Penalty, como fornecedora de seu material esportivo, e a Unimed, como patrocinadora, em seu esforço de reerguimento. No Campeonato Estadual da Série B, o America garantiu o seu retorno à Série A, em 2010, ao ganhar do Nova Iguaçu Futebol Clube por 1 a 0, em 20 de novembro.

Ao vencer o Artsul Futebol Clube, na penúltima rodada, em 25 de novembro, em partida disputada debaixo de chuva, Romário fez o seu primeiro jogo oficial pelo America, que conseguiu um título após 27 anos de espera. No Campeonato Carioca da Segunda Divisão 2009, o America fez 36 jogos, com 26 vitórias, 5 empates, 5 derrotas, 77 gols a favor e 26 contra, além de ter o goleador da competição, Alexsandro (21 gols).

No Campeonato Carioca de 2010, o America terminou na quinta colocação, mas por muito pouco não chegou às semifinais da Taça Rio, vindo a lutar acirradamente por esta classificação até a última rodada. Após o fim da Taça Rio, o time rubro conquistou a Taça João Ellis Filho, vencendo o Boavista e depois derrotando o Macaé na partida final, por 4 a 2.

Para o Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D, no segundo semestre, o America anunciou a troca no fornecimento do material esportivo, saindo a Penalty, dando lugar à Dal Ponte. Além disso, apresentou novos reforços para o certame em questão, sendo destaque maior o atacante Alex Dias (ex-Vasco, Goiás e São Paulo).


Fonte Wikipedia.


A HISTÓRIA CONTADA PELO SITE DA TORCIDA:


SÓCIOS FUNDADORES

Os sete fundadores originais que se reuniram em 18 de setembro de 1904, foram: Henrique, Oswaldo, Alfredo e Gustavo Bruno da família Mohrsted, Alfredo Koehler, Alberto Koltzbucher e Jayme Pereira Machado. São considerados sócios fundadores, os americanos admitidos até 28 de fevereiro de 1905, nos têrmos da Resolução de 25 de setembro de 1904, relacionados abaixo em ordem alfabética:

Aécio Jiquiribá
Alberto Gustavo Hagstroem
Alcino Luiz Brandão
Alexandre I. D. Fontenelle
Augusto Rzha
Ernesto Dietrich
Frederico Lipe da Cruz
Guilherme Friendenberg
Henry Barthels
Henrique Schornbaum
Herman Friendenberg
A . Waldemar Hagstroem
Joaquim Barbosa
José Santiago da Silva
Max Mohrstedt
Romeo Maina
Xavier Berard


INAUGURAÇÃO

No dia 26 de dezembro de 1921 falecia o Dr. Francisco Satamini, sócio benemérito do América e proprietário do terreno de Campos Sales. O Dr. Satamini deixara a todos os seus sobrinhos o terreno que ocupávamos. Herança de muitos, seria difícil um acordo para a renovação do contrato vigente, que poderia ser restringido mediante o pagamento de multa de 30 contos de réis. Os herdeiros resolveram fazer leilão público da área avaliada em 300 contos de réis. Não havia tempo para apelar aos sócios, pois o leilão já estava anunciado em praça e já estavam apostos arrematantes certos.


Entra em cena o Visconde de Morais emprestando a quantia para adquirir o terreno que seria a ele hipotecado e, a hipoteca, seria resgatada no prazo de cinco anos. Tal transação colocou o América mais uma vez em perigo (1930). Juros sobre juros tornaram precária a situação do Clube e só, graças a benevolência do credor, não havia sido ainda levado a efeito a dissolução da agremiação.

Renuncia o presidente Maxêncio da Veiga Leitão sendo eleita a chapa encabeçada por Antônio Gomes de Avellar. Novas gestões são feitas junto ao Visconde de Morais e a reforma da hipoteca, onde ele abria mão da comissão que tinha direito (1931). Com a morte do Visconde em 1931, o América voltou a enfrentar os herdeiros que queriam receber a hipoteca.


O pesadelo termina em 1934, com a emissão de 100 títulos de sócios-proprietários e a efetiva colaboração de Pedro Magalhães Correia (300 contos de réis), Joaquim Nepomuceno Moura (200 contos de réis) e Ferreira Souto (300 contos de réis).


FUNDAÇÃO

Nos fins do inverno de 1904, houve uma cisão no Clube Atlético da Tijuca, que tinha como esportes básicos o ciclismo e as corridas a pé. Os dissidentes resolveram fundar um outro clube compatível com seus ideais. A reunião promovida com tal objetivo aconteceu em 18 de setembro na residência de Alfredo Mohrstedt, no número 83 da Rua Praia Formosa, que se chama, hoje, Rua Pedro Alves, no Cais do Porto.


PAVILHÃO

O pavilhão era preto, com o monograma formado pelas três letras AFC, em branco. Também em 12 de abril de 1908, foi rocado por outro, inteiramente branco, tendo, no meio, um círculo vermelho, semelhante à bandeira japonesa. A substituição pelo atual estandarte, vermelho, com escudo no centro, deu-se em 28 de dezembro de 1922.



O NOME
Oswaldo Mohrstedt, propôs "Rio Football Club" , Henrique Mohrstedt propôs "Praia Formosa Football Club" , ambos negados. Alfredo Guilherme Koehler, em homenagem ao nosso continente, propôs batizar a associação que nascia de América Football Club.


CAMISAS
A princípio, a camisa do América era preta, assim com o boné e as meias; brancos eram a gravata, o calção e o cinto. Este uniforme foi mantido até 12 de abril de 1908, quando Belfort Duarte teve a feliz idéia de trocá-lo pela camisa rubra, que usamos até os dias de hoje.


ESCUDO
O escudo vermelho com as iniciais AFC, em branco, arrumadas de maneira característica e envolvidas por uma circunferência branca foi criado em 1913, por Marcos Carneiro de Mendonça, então goleiro de nossa equipe. Antes, havia, apenas, o monograma, que era bordado, tanto na bandeira, como na camisa.

PRIMEIRO ANIVERSÁRIO
O primeiro aniversário foi comemorado com uma esplêndida festa e com um encontro entre as equipes do América F.C. e do Young's F.C. O jogo foi vencido pelo América 5x0 e noticiado pelo Jornal do Brasil de 20 de setembro de 1905.


PRIMEIRO JOGO INTERNACIONAL
Para comemorar o seu 9º aniversário e a data da Independência do Chile, no dia 18 de Setembro de 1913, o América enfrentou e venceu por 3x2 a equipe do Chile, no seu primeiro jogo internacional.


PRIMEIRA CAMISA BRANCA
Por ocasião do encontro com o Mackenzie College o América deixa de usar pela primeira vez seu uniforme oficial e entra em campo com as camisas brancas. Para ser gentil com o adversário que tinha uniforme todo encarnado - 1916 - Resultado: 2x2.


SEDES
A 1ª na Rua Pedro Alves, 83 no Bairro da Saúde (1904); a 2ª, na mesma Rua no número 55 (1905); a 3ª na Rua Felipe Camarão foi inaugurada em 1906; 4ª na Rua São Francisco Xavier, 85-B (1907); 5ª na Rua do Passeio, 56 / 2º andar (1908). Posteriormente, na residência de Belfort Duarte, à Rua Torres Homem, 279. Depois, à Rua Maria José (atual Zamenhoff) número 63. Em 1911, afinal, chegamos à Rua Campos Sales, 98 (mais tarde renumerado para 118).


CAMPOS
O primeiro foi num terreno baldio, pertencente a Estrada de Ferro Rio D'Ouro, à Rua Pedro Alves. Em 12 de agosto de 1906, houve a transferência para a Rua São Francisco Xavier, 78. Como este campo não tinha as medidas para a disputa de partidas da primeira categoria, precisou-se indicar, em 1908, o campo do Bangu, na Rua Ferrer e, em 1910, o do Fluminense, na Rua Guanabara. A ida para Campos Sales, ocorreu em 1911, como conseqüência da fusão com o Haddock Lobo F.C. Na década de 60, fomos para Vila Isabel, no campo que pertencia anteriormente ao Andaraí F.C. Essa foto foi tirada do morro ao lado do Andaraí . A idéia de erguer um estádio no local se viu frustrada por desapropriação parcial do terreno. Hoje, já temos o estádio de Edson Passos.


PRIMEIRA PARTIDA OFICIAL
A estréia oficial do América ocorreu em 06 de agosto de 1905, em partida amistosa contra o Bangu Atlético Clube. Experimentados e com a equipe formada por ingleses, funcionários da fábrica de tecidos, os banguenses nos derrotaram por 6x1. O time formou com: Oswaldo Mohrstedt, Francisco Pinto e Gustavo Bruno; Romeu Maina, Amilcar Teixeira Pinto e Nabuco Prado; Alfredo Koehler, Jaime Pina, Durval Medeiros, J.Bermuder e Gustavo Garnett.


Fonte: http://americafootballclub.com/

Vídeos: ESPN

 

 

Em 2010, 106 ANOS DE AMERICA


AMÉRICA FUTEBOL CLUBE – 106 ANOS

Por Izaias Nascimento

O Instituto Mais Memória comemora os 106 anos do América Futebol Clube, tradicional instituição do bairro da Tijuca no Rio de Janeiro, fundado em 18 de setembro de 1904.

 

 

As estrelas significam o Torneio dos Campeões de 1982 e os sete Campeonatos Cariocas.

Alguns torcedores históricos merecem citação: Lamartine Babo, Dona Ivone Lara, Mestre Monarco da Portela, Tim Maia, Aérton Perlingeiro, Doalcei Bueno de Camargo, Chico Anysio, Alberto Dines, Ivon Curi, Arnaldo Neskier, Radialista Antônio Carlos, Carlos Galhardo, Dedé Santana, Francisco Alves, Max Nunes, Gontijo Deodoro, Oscarito, Silvio Caldas, José Trajano  e muitos outros.

Outra homenagem especial é a Jorge Vieira, técnico campeão de 1960.

Como forma de homenagear a passagem pelos 106 anos, vamos elencar vários títulos significativos da história do América:

       .  Campeão do Torneio dos Campeões de 1982.

       . Semifinalista do Campeonato Nacional de 1986.

        .   7 vezes Campeonato Carioca:  1913, 1916, 1922, 1928, 1931, 1935 e 1960.

        .    Taça Rio: 1982.

        .     Torneio Início: 1949.

 
Torneio Extra do Rio de Janeiro: 1938 e 1952.

América Campeão da Taça Guanabara de 1974:  Em pé:Orlando Lelé, Geraldo, Rogério, Alex, Ivo e Álvaro.  Agachados. Flecha, Bráulio, Luisinho, Edu e Gilson Nunes. 

Na decisão disputada em 1974, vitória de 1-0 gol de Orlando Lelé de falta, lado esquerdo das cabines de rádio.

GRANDES CRAQUES:

Edu com Amaro.  Ambos craques.  Campeões.  Amaro Campeão Carioca de 1960 e Edu da Taça Guanabara de 1974.

América campeão carioca de 1960

América Campeão Carioca em 1960, vitória no jogo final 2-1 sobre o Fluminense. Destaque para Djalma Dias, Amaro, Jorge, Nilo, e vários históricos jogadores.

 

Festa do América na entrega das faixas em 1974.Taça Guanabara de 1974. Em pé: Mareco, Beto, Tereso, Rogério, Alex, Álvaro, Geraldo, Ivo e Orlando Lelé. Agachados: Flecha, Bráulio, Renato, Mauro, Luizinho Lemos, Edu e Gílson Nunes.

 

 Torneios Internacionais

  •  Torneio Imprensa Peruana:  1955.
  •  Torneio International Soccer League II: 1962.
  •  Torneio Internacional Negrão de Lima: 1967.
  •  Taça TAP: 1973.
  •  Torneio Costa Dourada: 1983.

 Torneios Nacionais

  •  Torneio Quadrangular Costa e Silva: 1968.
  •  Torneio Luís Viana Filho: 1968.

 

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América 1970 com Tarcísio e Edu no ataque.

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América 1968 com Almir Pernambuquinho e Edu no ataque.

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América 1971: Alex, Badeco e Tadeu são os destaques.

Em pé: Cabrita, Miguel Banana, Alex, Djair, Álvaro e Mareco. Agachados: Flecha, Caio Cambalhota, Ivo, Sérgio Lima, Tadeu, o massagista Getúlio e os gêmeos Carlos Roberto e Luiz Roberto.

América 1983: Em pé: Gasperim, Mawell, Jorginho, Everaldo, Ayrton e Pires. Agachados: Gilcimar, Gilberto Luisinho Lemos, Carlos Silva e Gilson Gênio.

<b>camisa</b> do <b>América</b>? 2o episódio « Sport-

Finalizamos com o grito da torcida, em conformidade com a cor da camisa.

SANGUE.  SANGUE.  SANGUE

FONTE: BLOG MAIS MEMÓRIA

 

AMÉRICA COMPLETA 105 ANOS!